[ FRENTE 01 ]
Originação off-market
Apresentação de ativos que não estão em vitrine nenhuma. Nada de teaser circulando em lista de e-mail, nada de plataforma. Conversa direta entre duas partes que têm motivo real para conversar.
[ DIVISÃO NEXUS M&A // OFF-MARKET, SIGILO INTEGRAL ]
Intermediação de ativos societários fora de vitrine, com um interlocutor que entende os dois lados da mesa: o número e o dono. Porque boa parte das negociações não trava no preço — trava em alguma coisa que ninguém conseguiu dizer.
Discutir uma operação →[ O QUE A PLANILHA NÃO MOSTRA ]
O comprador manda auditor, advogado e time de FP&A. Todo mundo lê balanço, contrato e passivo. Ninguém lê a coisa que mais derruba integração depois do fechamento: quem realmente segura a operação, se essa pessoa fica, e o que acontece com o time quando o fundador sai da sala pela última vez.
Do lado do vendedor a assimetria é a mesma. O dono sabe o preço que quer e não sabe o desconto que vai levar por ser insubstituível. Chega na mesa, ouve o múltiplo, acha que é sacanagem — não é, é leitura de risco (dura, mas honesta).
Esse é o recorte da Nexus: tratar o fator humano da operação como o ativo e o risco que ele de fato é, com instrumento técnico, não com intuição de corretor.
[ QUATRO FRENTES // O QUE A DIVISÃO FAZ ]
[ FRENTE 01 ]
Apresentação de ativos que não estão em vitrine nenhuma. Nada de teaser circulando em lista de e-mail, nada de plataforma. Conversa direta entre duas partes que têm motivo real para conversar.
[ FRENTE 02 ]
Antes de sentar na mesa, arrumar a casa: entender onde a operação depende do dono, o que o comprador vai descontar por isso e o que dá para corrigir a tempo. Governança feita antes vale múltiplo.
[ FRENTE 03 ]
Leitura técnica do fator humano da operação: dependência de pessoas-chave, conflito societário latente, capacidade de quem fica. É o risco que a planilha não mostra e que derruba integração depois do fechamento.
[ FRENTE 04 ]
A venda mexe com identidade, não só com patrimônio. Quem passa dezoito meses numa negociação chega no fechamento exausto e, às vezes, sem saber quem é sem a empresa. Isso tem acompanhamento clínico aqui.
[ COMO EU TRABALHO ]
Nada de nome circulando em grupo de WhatsApp de mercado. Quem vende uma operação construída em quinze anos não pode ter a notícia chegando antes no time do que nele.
O número e o dono. Boa parte das negociações trava não por preço, mas porque alguém não conseguiu dizer o que precisava dizer. Isso é leitura clínica, e é aqui que eu trabalho.
Prazo apertado é ferramenta de quem quer arrancar desconto. Se a operação aguenta esperar, ela espera — e normalmente sai melhor.
[ PERGUNTAS QUE CHEGAM ANTES DA PRIMEIRA MESA ]
É uma negociação que não passa por anúncio, plataforma ou processo competitivo aberto. As partes são aproximadas diretamente. Isso preserva sigilo, evita ruído com time e clientes, e costuma render uma conversa mais honesta dos dois lados.
Operações societárias de magnitude relevante, em que sigilo e discrição pesam tanto quanto o preço. Se o caso for pequeno demais para justificar esse cuidado, eu digo isso na primeira conversa em vez de tomar o seu tempo.
Um por operação, definido no início e por escrito. Não existe atuar dos dois lados da mesma mesa — isso não é conflito de interesse teórico, é conflito de interesse literal.
Diretamente. Negociação longa desmonta gente: sono picado, decisão tomada por exaustão, casamento em silêncio. Como sou psicólogo, esse lado não vira encaminhamento pra fora — a gente trata no mesmo lugar em que a operação é discutida.
Não. Boa parte das conversas começa em "estou pensando" e termina em "ainda não é hora" — e isso também é resultado. Decidir não vender agora com clareza vale mais do que vender mal com pressa.
[ PRIMEIRO CONTATO // CANAL PRIVADO ]
Primeiro contato no WhatsApp, direto comigo. Sem intermediário, sem cadastro, sem seu nome entrando em lista nenhuma.
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